domingo, 1 de agosto de 2010

Leitora comenta:
Não tinha encontrado nada igual na literatura

Adquiri (o livro Prepare as crianças para o mundo) há poucos dias e não consigo parar de consultá-lo... Tenho um filho de 2 anos e meio e o livro apresenta o comportamento da ferinha com detalhes nítidos. Não tinha encontrado nada igual na literatura. Excelente e de um humor admirável. Adorei o parágrafo (página 32) em que as mamães pensam em herança genética e reencarnação pelo comportamento do filho. Realmente é isto o que acontece! Como seria bom se TODAS as famílias pudessem ter acesso e conhecimento de um material como esse. Talvez não ocorressem tantos infanticídios no Brasil.
Viviane Z.C., de Apucarana (PR)

Leitora comenta:
Forma clara e humana de tratar a educação infantil

Gostaria de aproveitar a oportunidade para dizer que eu já li o livro (Prepare as crianças para o mundo) e realmente me encantei com a forma clara e ao mesmo tempo tão humana e bem conceituada a respeito da educação infantil e principalmente da formação de pessoas. Estes exemplares são para dar de presente. Pois foi esta a minha sensação, de ser presenteada, ao ler este livro.
Parabéns!
Luciana P.M.L., de São Paulo

Conte sua experiência com o livro


Leitores de Prepare as crianças para o mundo não são leitores comuns. Portanto, há histórias muito interessantes sobre como o livro foi conhecido e, principalmente, como foi usado.

Queremos reunir aqui os relatos dos pais, mães, educadores, de todos os que fazem parte desta rede de cuidadores de crianças e adolescentes.

Conte aqui a sua experiência.

É importante compartilhar relatos como o daquele pai/avô que fez cada um de seus filhos/pais lerem este conteúdo, ou do grupo de amigos que se reunia uma vez por semana para jantar e ler um ou dois textos.

São histórias que podem inspirar outros leitores a se tornarem também atores neste esforço conjunto de ajudar os pequenos a crescer, ampliando o alcance do conteúdo do livro.

Mande seu relato para prepareomundo@gmail.com, e não deixe de fazer seus comentários sobre as experiências postadas aqui.

Compartilhe e contribua!

sábado, 13 de março de 2010

Batismo etílico nas festas de 15 anos

Providenciar um terno para o seu filho ir ao aniversário de 15 anos da colega já era um trabalho e tanto, mas agora o debut dos pais na adolescência da molecada vem acompanhado de um problema bem mais complexo: o que fazer com os coquetéis etílicos que os buffets adotaram como grande atração nos bailes?

Nem todo mundo quer ver sua cria estrear no mundo dos gorós com 14, 15 ou 16 anos. Assim como nos tradicionais bailes da primeira-valsa-com-papai, as baladas de hoje também servem para marcar um adeus à infância, mas carimbar esse passaporte com álcool é uma pobreza. Muito perigosa.

Pode-se imaginar como tudo começou: alguém achou bacana inovar e teve a idéia de montar um balcão de coquetéis numa dessas festas, talvez para agradar aos pais e tios que eventualmente estivessem presentes; é claro que os garotos aspirantes a gente grande - com todo o direito e o dever - ficaram empolgados com o desafio, e criou-se um clima muito interessante. O sucesso da festa inspirou as festas seguintes, a ponto de ninguém mais admitir um aniversário de 15 anos sem a oferta livre e generosa de Lagoa Azul ou Sex on the Beach.

Pais têm sido questionados por seus filhos sobre quando permitirão acesso ao balcão dos coquetéis nas próximas festas. E muitos pais não têm sido questionados, o que pode ser pior. Nos bailes-baladas, que há cerca de cinco anos vêm aquecendo o mercado dos buffets, muitos adolescentes perdem amigos por não freqüentarem o bar.

A moda ofuscou a lei, que diz: não se pode servir bebida alcoólica para menores de 18 anos.

Uma mãe que consultou recentemente um buffet para orçar uma festa de 15 anos, sem adultos, questionou o fato de oferecerem coquetéis. Ouviu uma resposta lapidar: "A senhora é quem escolhe... Afinal, o que é que pode e o que é que não pode? O que tá certo e o que tá errado?... Vai do gosto de cada um."

Felizmente, a mesma mãe teve a oportunidade de ouvir, em outro buffet, uma resposta melhor: "Infelizmente não oferecemos coquetéis com álcool, porque a lei proíbe."

Mas há coquetéis sem álcool, e aí aparece outro fenômeno interessante. Se você quiser que seu filho e convidados brinquem de encher a cara, os buffets têm receitas espumantes e fumaçantes para "pensarem que é bebida".

É uma espécie de pedagogia do consumo de álcool, na qual os educadores de balcão servem bebidas doces, adequadas ao paladar infanto-juvenil - ainda não adaptado às bebidas etílicas -, e vão criando um clima legal de aprendizado do hábito futuro.

A propósito, acaba de sair um estudo do Instituto Nacional do Abuso do Álcool e Alcoolismo, dos Estados Unidos, dizendo que beber na adolescência torna muito maior o risco de consumo excessivo e dependência na vida adulta. Segundo a BBC Brasil, os pesquisadores explicam que o cérebro dos adolescentes fica programado para associar o álcool ao prazer.

O estudo ainda será publicado, mas o NIAAA - sigla em inglês - tem outras boas publicações interessantes sobre o tema.

(post publicado em 10/2/2008 no blog de David Moisés no Estadão online)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Segunda edição está pronta

Esta é a capa da segunda edição, que ficou pronta neste dezembro de 2009. O conteúdo passou por uma nova revisão e chega ao leitor ainda mais aprimorado.

Para adquirir seu exemplar, escreva para prepareomundo@gmail.com .


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dois passos dados, e outro adiante

Olá,

Este blog começa no exato momento em que estamos enviando à gráfica a segunda edição do livro Prepare as Crianças para o Mundo.

Não é coincidência. É a ocasião para darmos o terceiro passo nesse projeto, que começou em 1998 com a publicação de colunas semanais em jornais brasileiros.

A coluna Projeto de Vida já levava aos pais orientações sobre os cuidados na educação das crianças. Circulou até 2001, cobrindo um leque amplo de temas.

O livro veio nos anos seguintes, fruto de um trabalho cuidadoso de organização e aprofundamento do material produzido para os jornais. E não fizemos Prepare as Crianças para o Mundo como um produto a ser simplesmente exposto e vendido nas livrarias; é um conteúdo a ser compartilhado entre pessoas que percebem seu valor, que o procuram numa busca por mudanças.

Não houve publicidade, não houve eventos, não houve vitrines. O livro teve sua primeira edição totalmente distribuída em rede, embalado pela comunicação viral.

A primeira edição encerra, portanto, uma experiência em que se demonstra a possibilidade real de ligar coerentemente o conteúdo à forma, ao meio, à atitude em relação ao seu uso. Prepare as Crianças para o Mundo não ficou em estantes para ser avaliado e comparado como mercadoria por um consumidor que espera ser conquistado e agradado.

Uma comunidade de leitores compartilha hoje a experiência de ter decidido conhecer este conteúdo, passando-o adiante na forma de divulgação ou mesmo distribuindo exemplares.

É principalmente para esta comunidade que criamos este blog. Leitores e futuros leitores ativos podem acompanhar aqui os desdobramentos deste projeto, e participar dele a partir deste terceiro passo.

Um passo novo na tarefa de tentar ajudar pais e educadores a cuidarem melhor das crianças, a permitirem-lhes construir um mundo mais humano.