Em seu Twitter, Contardo Calligaris conta que está lendo nosso livro Prepare as crianças para o mundo. "Qualquer pai adoraria ler", comenta o psicanalista, romancista, autor de teatro e colunista da Folha de S.Paulo.
Postado no Twitter em 1/4/11.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Zuenir Ventura: Aprendendo a aprender
Você sabe qual é o momento exato em que se descobre a relação entre causa e efeito, de recompensa e castigo ou a distinção entre vontade e desejo? Eu também não, mas pelo menos agora estou vendo o fenômeno ocorrer fora de mim. É que minha neta Alice, de 15 meses, está vivendo essa fase, e eu fico imaginando se ela guardará na memória a emoção que sente ao perceber pela primeira vez que uma chave serve para abrir a porta, que o interruptor pode acender e apagar a luz, que o controle remoto liga a televisão, que apertando um botão ela obtém acordes, que aquela caixa azul guardada no fundo do armário é onde fica escondido o biscoito proibido.
E mesmo sem ainda falar, ela já sabe que as palavras não são aleatórias, têm sentido: o som "umbigo" faz com que ela aponte para o próprio. Quando ouve o verbo "dormir", esteja onde estiver, ela se deita no chão e finge que está com sono. Quando alguém diz "vô", ela sabe que se trata de um velho careca que vive babando sobre ela. Não é um gênio?
Sempre ouvi dizer que com as crianças a gente aprende mais do que ensina. Achava uma bobagem, mas não acho mais. Sabe aquelas noções de psicanálise que estão à disposição do leigo em qualquer divã da esquina? Pois a parte referente à infância está sendo posta à prova com Alice. Não, não que ela esteja se interessando por Freud ou Melanie Klein. Ainda não. Eles é que estariam se interessando por seu comportamento.
Lendo o esclarecedor livro "Prepare as crianças para o mundo", de Ivan Capelatto, David Moisés e Ângela Minatti (Unicef, SP, 2009 / prepareomundo@gmail.com), descubro que Alice está na chamada "fase do prazer oral", em que prova o mundo com a boca. Como a única habilidade que a criança traz do útero é a de sugar o leite da mãe, "é natural", explicam os autores, "que (nessa idade) se concentre na boca, língua e garganta toda a energia disponível para lidar com as coisas da nova vida fora daquele barrigão confortável". Portanto, é preciso deixá-la morder o que der na telha, sem repressão: chupetas e mordedores, mas também os brinquedos (desde que limpos), o pezinho, o nosso dedo e a nossa bochecha.Assim é que os bebês sentem prazer, e é assim que começam a gostar de viver por aqui.
É nessa fase também que Alice e seus coleguinhas de geração descobrem que existe um território livre onde podem realizar todas as vontades e caprichos, fazer tudo o que os pais não deixam, como, por exemplo, comer o que não devem na hora indevida. Esse paraíso permissivo onde não há fruto proibido é a casa dos avós.
Aliás, o melhor aprendizado dessa fase é a descoberta de que o bom mesmo é ser avô/avó. A nós, o bônus. O ônus fica para os pais: as noites em claro, o choro pela dor de barriga, as manhas, tudo, enfim, que é desagradável e dá trabalho.
Publicado n'O Globo de 9/3/11.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Leitora comenta:
Indiquei a muitos educadores para reuniões com pais
Sem dúvida, posso dizer que o livro Prepare as crianças para o mundo é uma ferramenta imprescindível para todos aqueles que estão envolvidos na educação de crianças.
Quantos artigos são identificados com as situações que vivemos no dia a dia!
Quanta reflexão proposta para analisarmos melhor nossas atitudes em relação às crianças!
Indiquei para muitos educadores que se serviram de trechos do livro para trabalhar em reuniões com pais, ou estudos em reuniões pedagógicas.
Esmeralda, pedagoga, de São Paulo
Quantos artigos são identificados com as situações que vivemos no dia a dia!
Quanta reflexão proposta para analisarmos melhor nossas atitudes em relação às crianças!
Indiquei para muitos educadores que se serviram de trechos do livro para trabalhar em reuniões com pais, ou estudos em reuniões pedagógicas.
Esmeralda, pedagoga, de São Paulo
sábado, 16 de outubro de 2010
Leitor comenta:
Nada a ver com fast foods das livrarias
Estou me deleitando com a leitura, estou muito empolgado com o livro (Prepare as crianças para o mundo).
Não tem nada a ver com os "fast foods" comprados em livrarias.
Está sendo um dos melhores livros que já li. E olha que leio muito!
Silas, de Curitiba
Não tem nada a ver com os "fast foods" comprados em livrarias.
Está sendo um dos melhores livros que já li. E olha que leio muito!
Silas, de Curitiba
domingo, 1 de agosto de 2010
Leitora comenta:
Não tinha encontrado nada igual na literatura
Adquiri (o livro Prepare as crianças para o mundo) há poucos dias e não consigo parar de consultá-lo... Tenho um filho de 2 anos e meio e o livro apresenta o comportamento da ferinha com detalhes nítidos. Não tinha encontrado nada igual na literatura. Excelente e de um humor admirável. Adorei o parágrafo (página 32) em que as mamães pensam em herança genética e reencarnação pelo comportamento do filho. Realmente é isto o que acontece! Como seria bom se TODAS as famílias pudessem ter acesso e conhecimento de um material como esse. Talvez não ocorressem tantos infanticídios no Brasil.
Viviane Z.C., de Apucarana (PR)
Viviane Z.C., de Apucarana (PR)
Leitora comenta:
Forma clara e humana de tratar a educação infantil
Gostaria de aproveitar a oportunidade para dizer que eu já li o livro (Prepare as crianças para o mundo) e realmente me encantei com a forma clara e ao mesmo tempo tão humana e bem conceituada a respeito da educação infantil e principalmente da formação de pessoas. Estes exemplares são para dar de presente. Pois foi esta a minha sensação, de ser presenteada, ao ler este livro.
Parabéns!
Luciana P.M.L., de São Paulo
Parabéns!
Luciana P.M.L., de São Paulo
Conte sua experiência com o livro
Queremos reunir aqui os relatos dos pais, mães, educadores, de todos os que fazem parte desta rede de cuidadores de crianças e adolescentes.
Conte aqui a sua experiência.
É importante compartilhar relatos como o daquele pai/avô que fez cada um de seus filhos/pais lerem este conteúdo, ou do grupo de amigos que se reunia uma vez por semana para jantar e ler um ou dois textos.
São histórias que podem inspirar outros leitores a se tornarem também atores neste esforço conjunto de ajudar os pequenos a crescer, ampliando o alcance do conteúdo do livro.
Mande seu relato para prepareomundo@gmail.com, e não deixe de fazer seus comentários sobre as experiências postadas aqui.
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